Cinco Ideias para Cultivar o Evangelismo

Cinco Ideias para Cultivar o Evangelismo

Matt Merker30 de Junho de 2014 - Evangelização

O que você precisa para fazer evangelismo? Os ingredientes não são muitos. Você precisa do evangelho, as boas novas de Jesus Cristo. Você precisa de um evangelista, alguém que anuncie essas boas novas. E tem mais uma coisa: você precisa de público — pelo menos uma pessoa que ainda não creu no evangelho.

Para muitos pastores, essa última é a parte mais difícil. Em uma semana repleta de preparo de sermão, reuniões, aconselhamento, administração, visitas a hospitais e ligações tarde da noite pedindo por ajuda; sem mencionar o cuidado da sua própria alma e da sua família, como o pregador consegue encontrar tempo para compartilhar as boas novas com incrédulos?

3 Ingredientes para uma Cultura Evangelística na Igreja

3 Ingredientes para uma Cultura Evangelística na Igreja3 Ingredientes para uma Cultura Evangelística na Igreja

Mike McKinley23 de Junho de 2014 - Cultura

Eu estou convencido de que é melhor que a sua igreja tenha uma cultura evangelística do que apenas uma série de programas evangelísticos.

Em uma igreja com uma abordagem evangelística orientada por programas, compartilhar o evangelho pode se tornar algo mais para certas pessoas em certos momentos, como quando a equipe de evangelismo sai para fazer visitações.

Mas em uma igreja com uma cultura evangelística, cada membro é encorajado a desempenhar um papel dentro do esforço geral da igreja, para alcançar pessoas à sua volta com a mensagem da salvação em Jesus. Evangelismo se torna parte da vida de todo crente.

Três ingredientes de uma cultura evangelística

Se você está procurando criar uma cultura evangelística na sua igreja local, aqui estão três ingredientes que podem ajudar.

1. O Evangelho: o Combustível para uma Cultura Evangelística

A mensagem do evangelho é o combustível que alimenta uma cultura evangelística em uma igreja. Todos nós naturalmente compartilhamos coisas que animam os nossos corações. Se os Philadelphia Eagles algum dia ganhassem o Super Bowl (eu sei…), você não conseguiria me fazer parar de falar sobre isso. Da mesma maneira, se queremos criar culturas em nossa igreja onde é natural que os membros falem sobre a mensagem do evangelho a não-cristãos, então precisamos ajudar os nossos membros a se apaixonarem profundamente pelo evangelho.

Isso significa que eles precisam entender a mensagem do evangelho. Significa também que a beleza da mensagem do evangelho deve ser colocada em evidência semana após semana nas nossas igrejas. Quando cristãos compreendem verdadeiramente a profundidade do seu pecado, a maravilhosa santidade de Deus, a perfeição de Cristo, a profundidade de seu sofrimento por eles, o poder da ressurreição e o dom da vida eterna para todos os que se arrependem e creem, as nossas afeições por Cristo crescerão.

A mensagem do evangelho também liberta cristãos de motivações que podem levá-los a não gostar de evangelismo. O evangelho diz que nós não temos que evangelizar para ganhar o amor de Deus. Nossa posição na família de Deus não depende do quão frequentemente compartilhamos o evangelho. Em vez disso, podemos ter certeza do amor de Deus, o que nos liberta da esmagadora preocupação com a opinião das pessoas à nossa volta, o que nos faz ter medo de falar sobre Jesus.

2. Oração: o Poder de uma Cultura Evangelística

Segundo, uma igreja que está compartilhando o evangelho deve ser comprometida com a oração. O evangelismo parece ser uma tarefa sem muita esperança. Nós estamos chamando pessoas espiritualmente mortas a abraçar a vida. Como equiparemos e encorajaremos pessoas para esse trabalho? Isso parece absolutamente inútil.

É por isso que uma cultura evangelística deve começar com uma cultura de oração. Na oração, os cristãos vão ao Senhor com uma confissão da sua insuficiência para a tarefa do evangelismo e da suficiente força de Deus. Somente Deus pode fazer as sementes que plantamos brotarem para a vida eterna em nossos ouvintes, então devemos começar com a oração.

Na nossa igreja, isso acontece especialmente nas noites de domingo. Nós nos reunimos como congregação para orar para que o Senhor espalhe o seu evangelho através de nós. As pessoas compartilham conversas sobre o evangelho que tiveram durante a semana anterior ou oportunidades que elas esperam ter na semana que virá.

Esse momento de oração serve para alguns propósitos. Em primeiro lugar, ele é um comprometimento dessas coisas ao Senhor, que normalmente faz com que peçamos antes que recebamos (Tg 4.2).

Em segundo lugar, ele envolve toda a igreja no trabalho de compartilhar o evangelho. Não é um fardo ou um projeto que empreendemos sozinhos, mas temos irmãos e irmãs para orar e nos encorajar.

Em terceiro lugar, esse compartilhamento deixa claro que evangelismo é trabalho de cristãos “normais”. As pessoas que pedem por oração normalmente não são pastores, presbíteros ou evangelistas talentosos. São apenas crentes que abraçaram o seu chamado de compartilhar as boas novas com as pessoas à sua volta.

Por último, esse momento de oração dá às pessoas um bom ponto para começar a alcançar os seus vizinhos e colegas de trabalho. Se as pessoas estão nervosas ou incertas quanto a compartilhar as boas novas, nós as encorajamos a começar com oração. Elas podem orar para que o Senhor dê a elas oportunidades, e que ele traga à atenção delas pessoas que precisam do evangelho. Esse é um primeiro passo muito menos intimidador do que sair correndo com um folheto na mão.

3. Treinamento: o modelo para uma Cultura Evangelística.

Um terceiro ingrediente é treinamento, o modelo para uma cultura evangelística. Lembre-se de que o objetivo é que as nossas igrejas tenham culturas evangelísticas em vez de meros programas evangelísticos. Mas isso não significa que não haja lugar para que a liderança organize e equipe pessoas para compartilhar o evangelho. Na verdade, um amor pelo evangelho e oração podem não ser o suficiente para motivar cristãos a um estilo de vida de evangelismo.

Embora o evangelismo venha naturalmente para algumas pessoas na sua congregação, haverá muitas outras que amam o evangelho e oram fielmente, mas ainda assim precisam ser equipadas para compartilhar o evangelho. Aqui estão algumas maneiras através das quais a liderança poderá equipar a congregação.

Recomende bons livros sobre o tema. “Evangelização e a Soberania de Deus” de J.I. Packer e “Speaking of Jesus” de Mack Stiles são dois dos meus favoritos. Leia esses livros com as pessoas que você está discipulando, dê a pessoas que irão lê-los ou disponibilize-os na livraria da sua igreja.

Leve as pessoas com você quando tiver uma chance de compartilhar o evangelho. Quando sou convidado para dar uma palestra evangelística, eu levo comigo um jovem da minha igreja. É uma boa oportunidade para mostrar a eles como compartilhar as boas novas.

Fale a incrédulos em seus sermões. Os seus membros crescerão ao ouvir você envolver pessoas que não conhecem Jesus com as reivindicações do evangelho. Tome tempo para considerar cuidadosamente as perguntas ou objeções que um incrédulo possa ter quanto à mensagem do seu sermão, e então fale sobre essas questões.

Organize reuniões evangelísticas onde as pessoas possam trazer amigos e receber ajuda para compartilhar o evangelho. Se a sua igreja pode hospedar um café evangelístico ou um programa como Explorando o Cristianismo, você dará oportunidade para os seus membros convidarem os amigos e observarem como eles também podem compartilhar o evangelho.

Melhor do que o melhor programa

Não existe um programa que possa criar uma cultura evangelística na sua igreja. Em vez disso, ela vai exigir que a liderança ensine, dê o exemplo e ore até que os membros da igreja percebam que compartilhar o evangelho é seu privilégio e responsabilidade. Uma igreja com tal cultura será muito mais frutífera e eficaz do que uma igreja com os mais eficazes programas e estratégias.

Por Mike McKinley. Extraído do site www.9marks.org.Copyright © 2014 9Marks. Original: Three Ingredients for an Evangelistic Church Culture

Este artigo faz parte da versão de Setembro-Outubro de 2013, do 9Marks Journal.

Tradução: Alan Cristie. Revisão: Renata do Espírito Santo – © Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: www.MinisterioFiel.com.br. Original: 3 Ingredientes para uma Cultura Evangelística na Igreja

Os Três Inimigos do Cristão.

Os Três Inimigos do Cristão. 1 João 2.8-17

Carne, Mundo e o  Diabo.

Carne: (Corpo Mental, Parte da natureza caída do Homem). O eu.

O termo carne não designa a substância corpórea, mas o homem todo, ou melhor, a atitude espiritual do homem todo “que pretende viver segundo seu próprio alvitre” ou que “pretende ser a sua própria lei!” Esta soberba pretensão de vivere secundum seipsum vem do amor próprio, ferida do pecado original.

Como vencer a Carne:

Levando Cativos os pensamentos a Cristo: 2 Co.10.3-5  (Subst. Pensamentos carnais)

Revestindo-nos de Cristo  : Rm 13.14

Mundo:

Se de um lado temos uma luta interna contra o inimigo da Carne, do outro lado temos o aliado da carne o mundo como outro de nossos inimigos.

Mundo –No Grego = Kosmos e significa “ORDEM”   OU  “SISTEMA”

O  “mundo” inimigo da Igreja é aquela parte do mundo dos homens , que se organiza como Anti-Igreja: GRUPOS MUSICAIS,  CIENTISTAS, POLITICOS ETC.

Todos fazem parte do Sistema liberal e neoliberal que buscam impor a NOVA ORDEM MUNDIAL

Nos últimos séculos temos a Civilização Liberal e Neo Liberal, e dentro dela as correntes mais concentradas: o revolucionarismo, a maçonaria, o socialismo e o comunismo.

O Sistema do mundo promove a auto suficiência: Tenha dinheiro e seja o que você quiser. Hedonismo. ( Entramos em todos os setores: TV, Escola, Trabalho, Economia).

Como vencer o mundo?

  • Romanos 12.2 – Não nos conformando com o mundo.
  • 1 João 5.4a: Sendo Nascidos de Deus
  • 1 João 5.4b:  A nossa fé.
  • 1 João 5.5: Aquele que crê ser  Cristo filho de Deus

Diabo:  Nosso terceiro inimigo

Aquele que está por trás do MUNDO E DA CARNE,  utiliza ambos em sua oposição ao plano de Deus é  “ o príncipe deste mundo” Jo. 14.30.

Quem é o diabo?  ( Engana por meio de pensamentos 1 Cr.21.1)

  • Maligno: 1.Jo.2.14
  • Príncipe deste mundo: Jo.14.30
  • Nosso adversário:  1 Pe.5.8
  • É o ladrão: João 10.10.

COMO VENCE-LO?

  • Sendo sóbrios:  1.Pe.5. 8. Ser sóbrio é ter equilíbrio, clareza de pensamentos. O Cristão sóbrio não se deixa embriagar pelas distrações do mundo e da carne, usadas pelo diabo para tentar nos vencer.
  • Sendo Vigilante: 1.Pe.5.8   Estar alerta… , refletir antes de agir.
  • Resistir-lhe  firme na fé:  1.Pe.5.9
  • Estar revestido de toda armadura de Deus: EF. 6.11,13.

Conclusão:

É quase impossível separar esses três inimigos, separar as tentações que surgem dessas três fontes.

Esses três agentes estão empenhados em nos tentar e nos levar a viver independentes de Deus.

Satanás usa o poder do pecado para controlar a humanidade. (Sistema mundial)

A reponsabilidade final sobre nossos pecados é nossa.

A palavra diz que Deus sempre prepara para nós uma forma de  escape. 1 Co.10.13

“Não vos sobreveio  tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrario, juntamente com a tentação, vos  proverá livramento, de sorte  que a possais suportar.

Com qual desses inimigos tem lutado mais?

Aprender a criar um sermão?

Clique aqui: Curso Sermão Online totalmente em Vídeo

Banner-sermao

 

 

 

Menino Apanha da Mãe e chama a Policia

Menino Apanha da Mãe e chama a Policia

Veja o o vídeo abaixo e deixe seu comentário.

mil e uma ilustrações

BONECA SACRIFICIAL NA ÁFRICA – ILUSTRAÇÃO

BonecaBONECA  SACRIFICIAL  NA  ÁFRICA

Dr. Wengatz, missionário na África, contou como fez uma viagem ao coração daquele continente, e na sua volta os nativos reuniram-se na igreja para ouvi-lo. Contou de um chefe pagão que lhe implorou que mandasse alguém que lhes pudesse ensinar o evangelho. Mas ele não tinha dinheiro e a ida de um pregador para lá durante um ano ficava por mil dólares. Mas que poderia ele esperar do povo extremamente pobre que o olhava, que não tinha nem farrapos suficientes para cobrir os corpos?

Ele os fez sentir que precisavam fazer algum sacrifício a fim de que o evangelho lhes fosse enviado. Precisavam dar alguma coisa preciosa a eles. Começaram, então, a prometer: um cabrito, quatro fileiras de milho, uma cesta de feijão. Finalmente as cestas passaram para receber os dízimos de algumas pessoas. Quando a cesta foi posta no lugar, havia uma boneca quebrada, a única possessão de Nichi, uma menina que tinha ficado terrivelmente deformada pela paralisia infantil. A boneca lhe tinha sido oferecida pouco antes. Ela a chamou de “Amor”; conversava com ela durante o dia e dormia com ela à noite. Quando andava, arrastando as pernas no chão, amarrava-a às costas. Aquela boneca era tudo para Nichi. Mas, tornando-se cristã, ela agora dava sua boneca a fim de que o evangelho pudesse ser levado aos outros.

Quando o Dr. Wengatz levantou a boneca, o auditório chorou. Eles sabiam quanto sacrifício envolvia aquela dádiva. Então o missionário disse: “Desejo que alguém compre esta boneca de volta para Nichi. Precisa ser um sacrifício tão grande quanto o que ela fez.” Um homem com os olhos cheios de lágrimas disse: “Darei uma vaca por ela”, e do mesmo modo mais alguns disseram. Quatro homens trouxeram suas vacas para a missão no dia seguinte para comprar de volta a boneca quebrada. O resultado foi que houve dinheiro suficiente para mandar o pregador para o interior durante um ano, e aquele ano foi assinalado por grandes bênçãos de Deus. Muitos corações saíram das trevas para a luz.

Gostou dessa ilustração?

Deixe seu comentário.

Ilustraçõe para sermões

Switch to our mobile site